As mídias sociais são um ótimo termômetro para avaliar a eficácia de um produto, de uma campanha ou de um simples comentário feito por um político. Piadas e críticas enraivecidas são muitos comuns em um meio de proporciona total liberdade e facilidade para expressar-se.
E foi dessa forma, que percebemos a grande resistência das pessoas a algumas das atuais táticas de divulgação de propostas e slogans de alguns candidatos a cargos públicos.
Após analisarmos diversos perfis (classe social, idade e etc.), ficou fácil percebermos que um carro de som ou um panfleto podem definir negativamente uma eleição, sendo, muitas vezes, citados como mídias que mais poluem do que informam.
E é onde entra o verdadeiro X da questão: Não somos capazes de criar, direcionar e trabalhar melhor nossa comunicação?
Ações segmentadas e criativas, sejam on line ou não, são sempre bem aceitas e geram empatia com o eleitorado. Prova disso é o tamanho sucesso da campanha feita via Marketing Direto de Barak Obama, em seu primeiro pleito. A repercussão gerada e a enorme adesão fizeram com que o atual Presidente dos Estados Unidos passasse à frente em todas as pesquisas e fosse eleito, além de elevar o número de cidadãos que se propuseram a votar. Seus coordenadores de campanha são, hoje, referência mundial no assunto.
Enfim, segmentar e ser um pouco mais criativo podem ser um ótimo caminho para evitar ruas lotadas de papel, um som ensurdecedor pela manhã e uma derrota nas urnas.

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